Ela estava ali. Sozinha no quarto. Perdida nos seus próprios pensamentos, nos seus sonhos. Sonhos que talvez nunca se realizassem, que não passassem de simples... sonhos. Sonhos impossíveis e inexistentes. Ela, com certeza, não era realista. Era por medo, medo de se machucar. Era por não querer viver a realidade. Mas ela tinha que aprender. Ela tinha que viver. Não podia ficar por toda a eternidade apenas sonhando, pensando, vivendo do jeito que ela queria... ou podia? A campainha a fez acordar. Ela foi em direção a porta e, quando abriu, se deparou com o seu "primeiro passo" para a vida. A primeira oportunidade para a vida. A vida verdadeira. Era ele. Simplesmente ele. Ele era vamos dizer um "sonho perfeito", ele era o que era sempre esperou. Ele a fez sonhar de outra maneira, ele a ensinou a realizar, a experimentar, a viver. Ela se entregou, e esqueceu os antigos sonhos. Esqueceu não, ela aprendeu com os antigos sonhos. Ela estava feliz, ela não pensava em sonhar mais, ela se deliciava cada vez mais com a realidade. Mas ele... ah ele... ele a fez desabar. Quando tudo parecia perfeito, ele simplesmente acabou com tudo. Destruiu o castelo florido, destruiu a casa de vidro, destruiu seu coração. Ela não sabia o que fazer. Ela já não sabia mais o que achar, o que pensar. Ela apenas o viu sumindo na neblina.
As lembranças a torturavam, ela apenas chorou. Ela chorava com uma criança que acabava de quebrar seu brinquedo favorito. Ela não entendia o por que, a causa. Ela apenas foi andando, andando, andando... Até se esquecer totalmente do que aconteceu, de quem ele era, de quem ela era.
10.2.08
Esquecimento
Ela estava ali. Sozinha no quarto. Perdida nos seus próprios pensamentos, nos seus sonhos. Sonhos que talvez nunca se realizassem, que não passassem de simples... sonhos. Sonhos impossíveis e inexistentes. Ela, com certeza, não era realista. Era por medo, medo de se machucar. Era por não querer viver a realidade. Mas ela tinha que aprender. Ela tinha que viver. Não podia ficar por toda a eternidade apenas sonhando, pensando, vivendo do jeito que ela queria... ou podia? A campainha a fez acordar. Ela foi em direção a porta e, quando abriu, se deparou com o seu "primeiro passo" para a vida. A primeira oportunidade para a vida. A vida verdadeira. Era ele. Simplesmente ele. Ele era vamos dizer um "sonho perfeito", ele era o que era sempre esperou. Ele a fez sonhar de outra maneira, ele a ensinou a realizar, a experimentar, a viver. Ela se entregou, e esqueceu os antigos sonhos. Esqueceu não, ela aprendeu com os antigos sonhos. Ela estava feliz, ela não pensava em sonhar mais, ela se deliciava cada vez mais com a realidade. Mas ele... ah ele... ele a fez desabar. Quando tudo parecia perfeito, ele simplesmente acabou com tudo. Destruiu o castelo florido, destruiu a casa de vidro, destruiu seu coração. Ela não sabia o que fazer. Ela já não sabia mais o que achar, o que pensar. Ela apenas o viu sumindo na neblina.
As lembranças a torturavam, ela apenas chorou. Ela chorava com uma criança que acabava de quebrar seu brinquedo favorito. Ela não entendia o por que, a causa. Ela apenas foi andando, andando, andando... Até se esquecer totalmente do que aconteceu, de quem ele era, de quem ela era.
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Um comentário:
Ola menina tudo bem.. estava passando e vi teu blog.. adorei continue postando.. você escreve muito bem.. boa semana
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